Neste fim de semana, a página de Raul Ruffo divulgou no Instagram um vídeo narrando a origem da trilha sonora que compõe o Jornal Nacional, um dos principais telejornais das emissoras abertas do Brasil.
Raul conta que a trilha original do jornal possui mais de dois minutos de duração, com trechos que não foram ao ar. Segundo o influenciador, a trilha foi composta por Frank The Vol, um compositor renomado do cinema na década de 50 e 60 nos Estados Unidos. Não obstante, o músico foi indicado cinco vezes ao Oscar enquanto atuava no cinema.
A trilha do jornal em questão foi “emprestada” do filme The Happening (1967), estrelada por Antony Quinn. Essa mesma trilha já havia sido utilizada por outros jornais na América do Norte, porém, a escolha da trilha do Brasil não foi proposital.
- Alta do leite no varejo paranaense ainda não chega ao bolso do produtor
- Estudo associa uso de antibióticos a alterações no intestino por uma década
- Leão Lobo nega candidatura e reforça foco no jornalismo: “Nunca serei”
- Bruna Biancardi comemora os nove meses da filha caçula com Neymar
- Ex-sogra, Poliana Rocha publica homenagem de aniversário para Virginia Fonseca
Segundo o influenciador, em uma entrevistada com o âncora do jornal, William Bonner diz que a trilha feita sob encomenda especialmente pro jornal não teria agradado ao público. De última hora, o diretor de sonoplastia foi até uma loja de discos próximo a Rede Globo, e pegou o álbum feito por The Vol.
Apesar da curiosidade, alguns internautas aproveitaram o ensejo para reclamar sobre a credibilidade do telejornal. Inclusive, pela origem da trilha ter vindo de filmes de comédia, alguns apoiaram a ambiguidade com o segmento ao invés de um jornalismo sério.
Credibilidade questionada
Ainda nesse mês, William Bonner utilizou um espaço concedido pelo JN para se desculpar por um erro cometido pela redação. Na ocasião, Bonner justificou o erro da reportagem produzida pelo Jornal Nacional e explicou que ela havia deixado de informar uma decisão importante da Justiça. Na mesma semana, o programa jornalístico da TV Globo precisou se retificar mais duas vezes.
“A reportagem errou ao não informar que a Justiça já havia revogado, dois dias antes, uma liminar que tinha suspendido essa licitação. Outro erro foi em uma chamada para o Jornal Nacional do sábado. Ela mencionava um suposto caso de desperdício de dinheiro público e não era esse o problema, porque o canteiro de obras e o anteprojetos podem ser aproveitados no projeto novo”
William Bonner no JN