Na estreia da segunda temporada da série Justiça, o ator Giovanni Venturini trouxe a luz um quase conflito interno na produção. Em meio à coletiva de imprensa sobre o lançamento, Venturini revela um episódio marcante nos bastidores da produção, onde quase se envolveu em uma discussão com a autora Manuela Dias.
“Quando li a história, quase arrumei uma briga com a Manuela, ela não sabe disso. Eu estava lendo e falei: ‘Nossa, ela não falou sobre o nanismo, eles vão colocar um ator que não é cadeirante, eu preciso avisá-la, eu preciso falar que não pode”
Giovanni Venturini em coletiva de imprensa
A questão da representatividade ganhou destaque quando o papel de um personagem cadeirante foi mencionado. A autora da série, Manuela Dias, compartilha que a busca por um ator cadeirante foi uma prioridade para a equipe de produção:
“A gente tava decidido a procurar por todo o planeta um ator que que fosse ator, isso eu acho que é o mais importante. A gente queria um grande ator, um ótimo ator. Em algum momento a gente pensou: ‘Qual vai ser o nosso limite? E se a gente não encontrar um ator tão bom? A gente vai ceder ou não?’. E uma hora a gente falou: ‘Não, a gente vai pra um ator muito bom’. Eu quero dizer Luciano, você já sabe disso. Mas você está escalado porque você é um ator muito bom e que arrasou na série e todos vão ver”, disse Dias.
- Fábio Jr. presta homenagem a Bonnie Tyler após cobranças de fãs
- Tinta epóxi oferece solução prática para renovar banheiros
- Dor nas costas não é ‘coisa da idade’: ortopedista alerta que o silenciamento do idoso agrava doenças da coluna
- Como polir eletrodomésticos de inox usando azeite
- Conheça esse TRUQUE SECRETO do saco plástico que derrete a sujeira do chuveiro
A insistência em encontrar um ator com os corretos traços para interpretar o papel, como Giovanni Venturini, reflete o compromisso da equipe com a diversidade e a inclusão. Manuela Dias destaca a importância de investimentos nesse processo de busca e incentiva outros autores a seguirem o mesmo caminho. “É uma decisão que custa dinheiro e que é muito importante o investimento que tem que ser feito”, ressalta a escritora.
Para a autora, a representatividade na televisão vai além de um simples desejo, é uma necessidade fundamental. “Achei muito legal, é um prazer fazer parte desse momento que é muito maior que a gente, é um momento fundamental de transformação”, conclui Manuela Dias.








