O Ministério da Educação resolveu sacudir o ensino superior com uma novidade que promete ser a salvação de muitos vestibulandos. O Sisu+ 2026 é uma espécie de “segunda chamada turbinada” para ocupar as cadeiras que ficaram vazias nas universidades públicas após o processo regular e os vestibulares internos.
O cronograma para as instituições de ensino já está batido: as faculdades devem confirmar a adesão entre os dias 4 e 29 de maio. A grande vantagem para os candidatos é a flexibilidade. Diferente do engessamento das etapas anteriores, no Sisu+ será permitido atualizar dados socioeconômicos e até mudar radicalmente de ideia, escolhendo duas opções de curso totalmente novas, independentemente do que foi marcado em janeiro.
Para entrar na disputa, o requisito fundamental é ter participado da edição regular do Sisu deste ano. As vagas ofertadas são aquelas originadas por desistências ou falta de confirmação de matrícula, garantindo que o esforço de quem fez o Enem não seja em vão.
Embora o MEC ainda não tenha divulgado a data exata para o início das inscrições dos estudantes, a medida é vista como um passo estratégico para combater a ociosidade no ensino superior gratuito. As regras de elegibilidade seguem o padrão tradicional, mas vale o alerta: algumas instituições podem exigir notas mínimas específicas para cada área do conhecimento.








