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Priscilla chocou ao aparecer com novo visual e deixando o gospel para trás (Foto: Reprodução)
Priscilla chocou ao aparecer com novo visual e deixando o gospel para trás (Foto: Reprodução)

Chocou!

Priscilla Alcantara mudou de nome e rebateu ódio da comunidade LGBT+

Cantora renovou a carreira e surgiu mais pop do que nunca

A transição de Priscilla Alcântara do universo gospel para o pop marcou significativamente o cenário musical deste ano. Além da mudança de gênero, a artista também adotou o nome ‘Priscilla’ como uma afirmação de sua nova fase artística. Essa mudança não apenas redefiniu seu estilo musical, mas também refletiu uma evolução artística e pessoal que tem cativado e surpreendido seus fãs e seguidores.

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“É um recomeço”, declarou em entrevista à Quem. “Uma representação de uma evolução de dentro para fora e, obviamente, isso ia acabar refletindo na minha arte.”

Em entrevista à apresentadora Eliana, Priscilla, que agora exibe cabelos curtos e vermelhos, também falou sobre a mudança de visual:  “Quando eu comecei a desenvolver uma parte conceitual do álbum e de uma estética, a única certeza que eu queria, era voltar com o cabelo colorido, porque eu sabia que isso ia se conectar com um ponto meu lá atrás e também seria uma forma de, literalmente, me repaginar para o público”.

Já sobre o seu posicionamento em relação a comunidade LGBTQIAPN+, que sempre foi um assunto polêmico, Priscilla afirmou ser uma aliada. Em sua participação no Poccast’, a cantora abordouo o assunto.

“Eu estava em um lugar onde eu tinha muito medo de falar abertamente o que eu pensava e achava por medo de retaliação […] Conforme eu fui ganhando maturidade, fui crescendo e entendendo que eu poderia construir a minha própria plataforma para não ser refém de uma outra onde eu era podada, limitada”, explicou.

Ela ainda continuou: “Conforme eu fui ganhando essa consciência, eu fui me expressando mais, fui me posicionando mais. (…) Hoje eu me sinto livre para falar e dar a minha opinião. Mas existe muito uma desconfiança: ‘ah, ela era da Igreja, crente’. Talvez algumas pessoas sempre vão desconfiar. Então o que eu faço é respeitar essa desconfiança, não tento convencer ninguém”.

“Eu não acho que gay vai para o inferno. Eu sou aliada da causa [LGBTQIA+]. Em todos os momentos, discursos, durante toda a minha trajetória, eu falei o que eu podia falar, o que dava para eu falar. Eu eu era muito refém, sim, do espaço onde eu estava. Eu tinha medo de retaliação […] E hoje abertamente eu posso dizer o que penso sobre tudo e todos”, finalizou a artista.

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