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Ana Maria Braga arranca risos dos fãs ao andar de metrô pela primeira vez

Apresentadora optou por transporte público devido a altos custos de carro por aplicativo

A apresentadora Ana Maria Braga embarcou em uma nova experiência durante sua recente viagem a Nova York, nos Estados Unidos. Pela primeira vez, a comunicadora optou por utilizar o sistema de metrô da cidade, uma decisão motivada pelos elevados custos dos serviços de transporte por aplicativo. A aventura, que ela descreveu como divertida, marcou um momento inusitado em sua estadia na metrópole americana.

A decisão de Ana Maria Braga de explorar o transporte público veio após constatar que os valores cobrados por carros via aplicativo para um trajeto específico, rumo à Ponte do Brooklyn, variavam entre 160 e 170 dólares. Considerando o montante “um pouco demais”, a apresentadora do “Mais Você” e seu marido, Fábio Arruda, decidiram pela alternativa do metrô, buscando uma forma mais econômica e, como se viu, aventureira de se locomover pela cidade.

Sempre com bom humor, Ana Maria Braga compartilhou a experiência com seus seguidores, convidando-os a “Vem andar com a gente pela primeira vez no metrô de Nova York!”. Ela descreveu a sensação de estar “andando que nem minhoca debaixo da terra”, entre risadas. No entanto, a navegação inicial não foi simples. A apresentadora admitiu ter se confundido com a sinalização, que considerou não ser “das melhores”, e percebeu que estava indo na direção errada para o ponto turístico desejado.

Veja vídeo aqui.

A confusão inicial levou Ana Maria Braga a uma jornada de aprendizado, como ela mesma pontuou: “Tem que aprender apanhando”. Acompanhada de Fábio Arruda, ela precisou se virar, pedindo ajuda a moradores locais para encontrar o caminho correto. Apesar dos desvios e da necessidade de caminhar bastante, a apresentadora manteve o espírito positivo, transformando os contratempos em parte da diversão da viagem.

Ao final da jornada, Ana Maria Braga refletiu sobre a experiência, afirmando que, embora não pudesse dizer que “deu tudo errado”, também não foi “tudo certo”. Ela destacou a importância da comunicação não verbal e da disposição para pedir ajuda: “aqui a gente se comunica muito pelo sorriso. Basta entender mais ou menos a língua deles, pedir ajuda quando precisa e seguir o fluxo que, uma hora, a gente chega no lugar certo!”. Para a apresentadora, essas “pequenas aventuras” são o que, no fim das contas, se transformam nas “melhores histórias da viagem”.

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